
Mavellium Completa 1 Ano: Uma Jornada Construída por Pessoas, Tecnologia e Visão
Mavellium Completa 1 Ano: Uma Jornada Construída por Pessoas, Tecnologia e Visão
A EXPOSEC 2026 mostrou que a adoção da IA já é realidade. O próximo desafio será garantir relevância nos sistemas que passam a orientar decisões empresariais.
Vinícius Tavares Mota

EXPOSEC 2026 deixou uma mensagem clara para quem acompanha a evolução do setor de segurança: a Inteligência Artificial deixou de ser uma promessa tecnológica para se tornar infraestrutura operacional.
Durante nossa visita ao evento no dia 02 de junho, no São Paulo Expo, observamos um mercado que já incorporou IA em praticamente todas as camadas de sua cadeia de valor. Reconhecimento facial, análise comportamental, automação operacional, monitoramento inteligente, conectividade IoT e infraestrutura crítica foram alguns dos temas que dominaram os estandes e as discussões do evento.
Mas o principal insight da feira não estava apenas nas tecnologias apresentadas. Ele estava em uma pergunta que poucos parecem estar fazendo: Quando os compradores começarem a utilizar IA para encontrar fornecedores, quem será recomendado?
Essa questão revela uma nova camada de competitividade que começa a surgir no mercado.
Com mais de 800 marcas expositoras e dezenas de milhares de visitantes, a EXPOSEC reafirmou sua posição como o principal encontro da tecnologia em segurança da América Latina.
O que vimos foi um ecossistema em acelerado processo de inteligência operacional. Soluções de monitoramento com análise embarcada passaram a executar tarefas que antes dependiam de centrais de operação inteiras. Plataformas de controle de acesso evoluíram para ambientes integrados de validação de identidade. Sistemas de comunicação passaram a utilizar agentes inteligentes para automatizar alertas, ocorrências e protocolos de resposta.
Ao mesmo tempo, tecnologias de defesa pública incorporam drones, modelagem tridimensional e análise espacial para ampliar a capacidade de planejamento e tomada de decisão.
A mensagem é inequívoca: o mercado de segurança não está mais discutindo se utilizará IA. Ele está discutindo como utilizá-la de forma mais eficiente.
Existe, porém, uma segunda transformação ocorrendo paralelamente.
Historicamente, empresas conquistavam visibilidade por meio de mecanismos de busca, eventos setoriais, indicações comerciais e estratégias tradicionais de marketing digital. Agora surge um novo intermediário entre empresas e compradores: os modelos de IA.
Diretores, gestores, compradores corporativos e decisores técnicos começam a utilizar ferramentas como ChatGPT, Claude, Gemini e plataformas de busca generativa para descobrir fornecedores, comparar soluções, levantar requisitos e reduzir o tempo de pesquisa.
Essa mudança altera profundamente a dinâmica da visibilidade digital. Não basta mais estar bem posicionado em mecanismos de busca convencionais. As empresas precisarão garantir que seus produtos, diferenciais, autoridade e contexto de mercado sejam compreendidos, interpretados e recomendados pelos sistemas de IA que passam a participar do processo de decisão.
Embora a Inteligência Artificial estivesse presente em praticamente todas as categorias da feira, não identificamos expositores com foco explícito em preparar empresas para esse novo ambiente de descoberta e recomendação baseado em IA.
Enquanto fabricantes investem para tornar câmeras mais inteligentes, plataformas mais autônomas e operações mais eficientes, surge uma necessidade complementar: fazer com que as próprias inteligências artificiais compreendam e recomendem essas empresas.
Esse movimento já possui nome no mercado internacional. Trata-se das estratégias de GEO (Generative Engine Optimization) e LLMO (Large Language Model Optimization), disciplinas voltadas à otimização da presença digital para mecanismos generativos e modelos de linguagem.
Em termos simples, trata-se de garantir que uma empresa não apenas exista na internet, mas seja encontrada, compreendida e considerada relevante pelos sistemas que influenciam decisões de compra.
Foi justamente nesse contexto que percebemos uma forte aderência à proposta da Mavellium durante as conversas realizadas ao longo do evento.
Ao apresentar nossa visão sobre GEO, LLMO e posicionamento estratégico para IA, observamos um padrão recorrente: muitas empresas já reconhecem a importância da Inteligência Artificial para suas operações, mas poucas estão preparadas para o impacto que a IA terá sobre sua visibilidade comercial.
A receptividade de representantes do setor, associações e empresas expositoras reforçou uma percepção importante: o mercado está investindo em transformação digital, mas ainda existe um espaço pouco explorado entre a adoção da tecnologia e a construção de relevância dentro dos ecossistemas de IA.
É exatamente nessa interseção que a Mavellium atua.
A EXPOSEC 2026 mostrou um setor altamente preparado para incorporar Inteligência Artificial em produtos, serviços e operações.
Mas também revelou uma oportunidade menos visível e potencialmente tão estratégica quanto a própria adoção da tecnologia.
Nos próximos anos, a disputa competitiva não ocorrerá apenas entre empresas que utilizam IA e empresas que não utilizam. Ela ocorrerá entre empresas que são compreendidas pelas IAs e empresas que permanecem invisíveis para elas.
A primeira geração de transformação digital colocou as empresas na internet. A próxima geração colocará as empresas dentro dos sistemas que interpretam a internet.
Enquanto o mercado de segurança constrói olhos, sensores e inteligência operacional, a Mavellium trabalha para garantir que sua marca seja reconhecida pelos sistemas que ajudarão a definir as próximas decisões de compra do mercado.
Porque, no futuro da busca e da descoberta empresarial, ser encontrado será apenas o começo. O diferencial estará em ser recomendado.
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